ANEXO I DA NR17 – TRABALHO DOS OPERADORES DE CHECKOUT


 

ANEXO I DA NR-17

TRABALHO DOS OPERADORES DE CHECKOUT

Conheça também a NR 17

 

  1. atender às características antropométricas de 90% dos trabalhadores, respeitando os alcances dos membros e da visão, ou seja, compatibilizando as áreas de visão com a manipulação;
  2. assegurar a postura para o trabalho na posição sentada e em pé, e as posições confortáveis dos membros superiores e inferiores, nessas duas situações;
  3. respeitar os ângulos limites e trajetórias naturais dos movimentos, durante a execução das tarefas, evitando a flexão e a torção do tronco;
  4. garantir um espaço adequado para livre movimentação do operador e colocação da cadeira, a fim de permitir a alternância do trabalho na posição em pé com o trabalho na posição sentada;
  5. manter uma cadeira de trabalho com assento e encosto para apoio lombar, com estofamento de densidade adequada, ajustáveis à estatura do trabalhador e à natureza da tarefa;
  6. colocar apoio para os pés, independente da cadeira;
  7. adotar, em cada posto de trabalho, sistema com esteira eletro-mecânica para facilitar a movimentação de mercadorias nos checkouts com comprimento de 2,70 metros ou mais;
  8. disponibilizar sistema de comunicação com pessoal de apoio e supervisão;
  9. manter mobiliário sem quinas vivas ou rebarbas, devendo os elementos de fixação (pregos, rebites, parafusos) ser mantidos de forma a não causar acidentes.

 

  1. escolhê-los de modo a favorecer os movimentos e ações próprias da função, sem exigência acentuada de força, pressão, preensão, flexão, extensão ou torção dos segmentos corporais;
  2. posicioná-los no posto de trabalho dentro dos limites de alcance manual e visual do operador, permitindo a movimentação dos membros superiores e inferiores e respeitando a natureza da tarefa;
  3. garantir proteção contra acidentes de natureza mecânica ou elétrica nos checkouts, com base no que está previsto nas normas regulamentadoras do MTE ou em outras normas nacionais, tecnicamente reconhecidas;
  4. mantê-los em condições adequadas de funcionamento.

  

  1. manter as condições de iluminamento, ruído, conforto térmico, bem como a proteção contra outros fatores de risco químico e físico, de acordo com o previsto na NR-17 e outras normas regulamentadoras;
  2. proteger os operadores de checkout contra correntes de ar, vento ou grandes variações climáticas, quando necessário;

 

  1. utilizar superfícies opacas, que evitem reflexos incômodos no campo visual do trabalhador.

  

  1. negociação do tamanho e volume das embalagens de mercadorias com fornecedores;
  2. uso de equipamentos e instrumentos de tecnologia adequada;
  3. formas alternativas de apresentação do código de barras da mercadoria ao leitor ótico, quando existente;
  4. disponibilidade de pessoal auxiliar, quando necessário;
  5. outras medidas que ajudem a reduzir a sobrecarga do operador na manipulação de mercadorias.

  

  1. manter, no mínimo, um ensacador a cada três checkouts em funcionamento;
  2. proporcionar condições que facilitem o ensacamento pelo cliente;
  3. outras medidas que se destinem ao mesmo fim.

  

  1. balança localizada frontalmente e próxima ao operador;
  2. balança nivelada com a superfície do checkout;
  3. continuidade entre as superfícies do checkout e da balança, admitindo-se até dois centímetros de descontinuidade em cada lado da balança;
  4. teclado para digitação localizado a uma distância máxima de 45 centímetros da borda interna do checkout;
  5. número máximo de oito dígitos para os códigos de mercadorias que sejam pesadas.

  

  1. pessoas para apoio ou substituição, quando necessário;
  2. filas únicas por grupos de checkouts;
  3. caixas especiais (idosos, gestantes, deficientes, clientes com pequenas quantidades de mercadorias);
  4. pausas durante a jornada de trabalho;
  5. rodízio entre os operadores de checkouts com características diferentes;
  6. outras medidas que ajudem a manter o movimento adequado de atendimento sem a sobrecarga do operador de checkout.

 

 4.2. 

 Posto de trabalho;

  1. manipulação de mercadorias;
  2. organização do trabalho;
  3. aspectos psicossociais do trabalho;
  4. agravos à saúde mais encontrados entre operadores de checkout.

 

 6.2.1. 

 

  1. Janeiro de 2008 – todas as lojas novas ou que forem submetidas a reformas;
  2. Até julho de 2009 – 15% das lojas;
  3. Até dezembro de 2009 – 35% das lojas;
  4. Até dezembro de 2010 – 65% das lojas;
  5. Até dezembro de 2011 – todas as lojas.

 

Publicação D.O.U.

 

Cada trabalhador deve receber treinamento com duração mínima de duas horas, até o trigésimo dia da data da sua admissão, com reciclagem anual e com duração mínima de duas horas, ministrados durante sua jornada de trabalho.

6.3.

Os trabalhadores devem ser informados com antecedência sobre mudanças que venham a ocorrer no processo de trabalho.

6.4.

O treinamento deve incluir, obrigatoriamente, a disponibilização de material didático com os tópicos mencionados no item 6.2 e alíneas.

6.5.

A forma do treinamento (contínuo ou intermitente, presencial ou à distância, por palestras, cursos ou audiovisual) fica a critério de cada empresa.

6.6.

A elaboração do conteúdo técnico e avaliação dos resultados do treinamento devem contar com a participação de integrantes do Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho e da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, quando houver, e do coordenador do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional e dos responsáveis pela elaboração e implementação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais.

7. Disposições Transitórias

7.1.

As obrigações previstas neste anexo serão exigidas após encerrados os seguintes prazos:

7.1.1.

Para os subitens 1.1; 1.2; 3.2; 3.5; 4.2; 4.3 e 4.4, prazo de noventa dias.

7.1.2.

Para os subitens 2.1 “h”; 2.2 “c” e “d”; 2.3 “a” e “b”; 3.1 e alíneas; 4.1 e alíneas; 5.1; 5.2; e 6.3, prazo de cento e oitenta dias.

(alterado pela Portaria SIT n.º 13, de 21 de junho de 2007)  

7.1.3.

Para Subitens 2.1 “e” e “f”; 3.3 “a”, “b” e “c”; 3.3.1; 6.1; 6.2 e alíneas; 6.2.1; 6.4; 6.5 e 6.6, prazo de um ano.

(alterado pela Portaria SIT n.º 13, de 21 de junho de 2007)  

7.1.4.

Para os subitens 2.1 “a”, “b”, “c”, “d”, “g” e “i”; 2.2 “a” e “b”; 2.3 “c”; 2.4 e 3.4 e alíneas, prazos conforme o seguinte cronograma:

 

São garantidas saídas do posto de trabalho, mediante comunicação, a qualquer momento da jornada, para que os operadores atendam às suas necessidades fisiológicas, ressalvado o intervalo para refeição previsto na Consolidação das Leis do Trabalho.

4.3.

É vedado promover, para efeitos de remuneração ou premiação de qualquer espécie, sistema de avaliação do desempenho com base no número de mercadorias ou compras por operador.

4.4.

É atribuição do operador de checkout a verificação das mercadorias apresentadas, sendo-lhe vedada qualquer tarefa de segurança patrimonial.

5. Os aspectos psicossociais do trabalho

5.1.

Todo trabalhador envolvido com o trabalho em checkout deve portar um dispositivo de identificação visível, com nome e/ou sobrenome, escolhido(s) pelo próprio trabalhador.

5.2.

É vedado obrigar o trabalhador ao uso, permanente ou temporário, de vestimentas ou propagandas ou maquilagem temática, que causem constrangimento ou firam sua dignidade pessoal.

6. Informação e formação dos trabalhadores

6.1.

Todos os trabalhadores envolvidos com o trabalho de operador de checkout devem receber treinamento, cujo objetivo é aumentar o conhecimento da relação entre o seu trabalho e a promoção à saúde.

6.2.

O treinamento deve conter noções sobre prevenção e os fatores de risco para a saúde, decorrentes da modalidade de trabalho de operador de checkout, levando em consideração os aspectos relacionados a:

3.5.

Para o atendimento no checkout, de pessoas idosas, gestantes, portadoras de deficiências ou que apresentem algum tipo de incapacidade momentânea, a empresa deve disponibilizar pessoal auxiliar, sempre que o operador de caixa solicitar.

4. A organização do trabalho

4.1.

A disposição física e o número de checkouts em atividade (abertos) e de operadores devem ser compatíveis com o fluxo de clientes, de modo a adequar o ritmo de trabalho às características psicofisiológicas de cada operador, por meio da adoção de pelo menos um dos seguintes itens, cuja escolha fica a critério da empresa:

3.3.1.

A escolha dentre as medidas relacionadas no item 3.3 é prerrogativa do empregador.

3.4.

A pesagem de mercadorias pelo operador de checkout só poderá ocorrer quando os seguintes requisitos forem atendidos simultaneamente:

3.2.

O empregador deve adotar mecanismos auxiliares sempre que, em função do grande volume ou excesso de peso das mercadorias, houver limitação para a execução manual das tarefas por parte dos operadores de checkout.

3.3.

O empregador deve adotar medidas para evitar que a atividade de ensacamento de mercadorias se incorpore ao ciclo de trabalho ordinário e habitual dos operadores de checkout, tais como:

2.4.

Na concepção do posto de trabalho do operador de checkout deve-se prever a possibilidade de fazer adequações ou ajustes localizados, exceto nos equipamentos fixos, considerando o conforto dos operadores.

3. A manipulação de mercadorias

3.1.

O empregador deve envidar esforços a fim de que a manipulação de mercadorias não acarrete o uso de força muscular excessiva por parte dos operadores de checkout, por meio da adoção de um ou mais dos seguintes itens, cuja escolha fica a critério da empresa:

2.3.

Em relação ao ambiente físico de trabalho e ao conjunto do posto de trabalho, deve-se:

2.2.

Em relação ao equipamento e às ferramentas utilizadas pelos operadores de checkout para o cumprimento de seu trabalho, deve-se:

Portaria SIT n.º 08, 30 de março de 2007

02/04/07

 

 

Conheça também a NR 17

Portaria SIT n.º 13, de 21 de junho de 2007

26/06/07

TRABALHO DOS OPERADORES DE CHECKOUT

1. Objetivo e campo de aplicação

1.1.

Esta Norma objetiva estabelecer parâmetros e diretrizes mínimas para adequação das condições de trabalho dos operadores de checkout, visando à prevenção dos problemas de saúde e segurança relacionados ao trabalho.

1.2.

Esta Norma aplica-se aos empregadores que desenvolvam atividade comercial utilizando sistema de auto-serviço e checkout, como supermercados, hipermercados e comércio atacadista.

2. O posto de trabalho

2.1.

Em relação ao mobiliário do checkout e às suas dimensões, incluindo distâncias e alturas, no posto de trabalho deve-se:
 

 

 

 

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  3. Posted by Edson Brito on 21/06/2009 at 12:57 PM

    como posso adiquirir um laudo tecnico da NR 17 sobre fabricação de moveis

    Resposta

  4. isso e muito de ficil

    Resposta

  5. Posted by loy alves on 18/01/2011 at 7:27 PM

    ioe visitei o site e gostei!!!!!

    Resposta

  6. Funcionamento aos Domingos

    O trabalho dos empregados nos domingos se sujeita ao disposto na Convenção Coletiva de Trabalho, celebrada pelo Sindilojas-SP e o Sindicato dos Comerciários de São Paulo.

    No município de São Paulo, o funcionamento do comércio varejista em geral está disciplinado pela Lei nº 13.473, de 26/12/2002, modificada pela Lei nº 14.776 de 28/06/2008. De acordo com referida legislação a empresa interessada em funcionar os domingos e feriados deve solicitar através do Sindilojas-SP, a EXPEDIÇÃO DO CERTIFICADO, que deverá ser afixado em local visível do estabelecimento, sendo este o documento indispensável para atestar e regular funcionamento nesses dias. OBRIGADO OPERADORES BURROS

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  7. Como Proceder?

    A empresa interessada no funcionamento no domingos deve solicitar a autorização, através do requerimento online, com os dados da empresa, inclusive telefone e e-mail.

    Este documento é indispensável comprovante da regularidade do trabalho.

    Após a verificação da documentação, será expedido sem qualquer ônus, um CERTIFICADO, que chancelado pela Prefeitura Municipal de São Paulo, deve ser afixado em local visível do QUEM MANDA AQUIestabelecimento.

    Resposta

  8. Posted by marilde on 19/03/2012 at 8:13 PM

    sao fatos que realmente na pratica nao se aplicam.

    Resposta

  9. Muito bom o site….

    Resposta

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